segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

INVEJA


ATENÇÃO ESTE PODE SER O SEU CASO
INVEJA É POBREZA DE AUTO-APOIO .
INVEJAR É VER CAPACIDADES NO OUTRO QUE VOCÊ NÃO CONSEGUE VER EM SI MESMO.
AO NÃO ACREDITAR EM SUA CAPACIDADE, VOCÊ INVENTA UMA SERIE DE DESCULPAS :NÃO VOU CONSEGUIR, NÃO DOU CONTA ,  O OUTRO É MAIS CAPAZ E POR ISSO CONSEGUE, ETC. NÃO HA NADA QUE O IMPEÇA DE TRABALHAR PARA SER AQUILO QUE QUER, APRENDA  A APLAUDIR O SUCESSO ALHEIO, NÃO CRITIQUE QUEM SE DEU BEM 
APRENDA COM ELES A LEVANTAR A SUA ESPADA E CONQUISTAR SEU LUGAR DE DESTAQUE ENTRE SEUS SEMELHANTES.

TODOS NOS TEMOS POTENCIAL PARA MATERIALIZAR RIQUEZAS INCRÍVEIS. HA RIQUEZAS PARA TODO MUNDO, NÃO É PRECISO TIRAR NADA DE NINGUÉM.
A PRÓPRIA  IDEIA DE SE APROPRIAR DO QUE É DOS OUTROS NÃO É UMA IDEIA PROSPERA. ESSA É A IDEIA DOS QUE CONSIDERAM  QUE O POBRE TEM QUE TIRAR DO RICO, OU DO COMERCIANTE QUE VENDE AOS FREGUESES UMA MERCADORIA RUIM OU ESTRAGADA, VISANDO APENAS SEU LUCRO. ESSAS ATITUDES LEVAM AS PESSOAS A NUNCA ALCANÇAR O SUCESSO.
PODEMOS ALCANÇAR TUDO QUE QUEREMOS, SEM PREJUDICAR A  NINGUÉM, PORQUE O QUE É NOSSO POR DIREITO DIVINO  VEM PARA NOS. A LEI DIVINA  NOS OFERECE RIQUEZAS DE TODOS OS TIPOS E PARA TODOS OS GOSTOS. A GENEROSIDADE DA LEI DIVINA É FANTÁSTICA: QUANDO VOCÊ DA ALGO DE CORAÇÃO, RECEBE DEZ VEZES MAIS 

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Nos Instantes Difíceis



Nas dificuldades do dia-a-dia, esqueça os contratempos e siga em frente, recordando que Deus esculpiu em cada um de nós a faculdade de resolver os nossos problemas.

Chico Xavier

terça-feira, 6 de setembro de 2011

ABORTO



“De todos os institutos sociais existentes na Terra, a família é o mais importante na Terra, a família é o mais importante, do ponto de vista dos alicerces morais que regem a vida.
É pela conjunção sexual entre o homem e a mulher que a Humanidade se perpetua no Planeta; em virtude disso, entre pais e filhos residem os mecanismos da sobrevivência humana, quanto à forma física, na face do orbe.
Fácil entender que é assim justamente que nós, os espíritos eternos, atendendo aos impositivos do progresso, nos revezamos na arena do mundo, ora envergando a posição de pais, ora desempenhando o papel de filhos, aprendendo, gradativamente, na carteira do corpo carnal, as lições profundas do amor – do amor que nos soerguerá, um dia, em definitivo, da Terra para os Céus.
Com semelhantes notas, objetivamos tão-só destacar a expressão calamitosa do aborto criminoso, praticado exclusivamente pela fuga ao dever.
Habitualmente – nunca sempre – somos nós mesmos quem planifica a formação da família, antes do renascimento terrestre, com o amparo e a supervisão de instrutores beneméritos, à maneira da casa que levantamos no mundo, com o apoio de arquitetos e técnicos distintos.
Comumente chamados a nós antigos companheiros de aventuras infelizes, programando-lhes a volta em nosso convívio, a prometer-lhes a esperança de elevação e resgate, burilamento e melhoria.
Criamos projetos, aventamos sugestões, articulamos providências e externamos votos respeitáveis, englobando-nos com eles em salutares compromissos que, se observados, redundarão em bênçãos substanciais para todo o grupo de corações a que se nos vincula a existência. Se, porém, quando instalados na Terra, anestesiamos a consciência, expulsando-os de nossa companhia, a pretexto de resguardar o próprio conforto, não lhes podemos prever as reações negativas e, então, muitos dos associados de nossos erros de outras épocas, ontem convertidos, no Plano Espiritual, em amigos potenciais, à custa das nossas promessas de compreensão e de auxílio, fazem-se hoje – e isso ocorre basta vezes, em todas as comunidades da Terra – inimigos recalcados que se nos entranham à vida íntima com tal expressão de desencanto e azedume que, a rigor, nos infundem mais sofrimento e aflição que se estivessem conosco em plena experiência física, na condição de filhos-ploblemas, impondo-nos trabalho e inquietação.
Admitimos seja suficiente breve meditação, em torno do aborto delituoso, para reconhecermos nele um dos grandes fornecedores das moléstias de etiologia obscura da mente, ocupando vastos departamentos de hospitais e prisões."

EMMANUEL
(Vida e Sexo, psicografia de Francisco C. Xavier, cap. 17, 24. Ed. FEB.)



FILHO QUE NÃO NASCEU

Fui trazido ao teu colo e sussurro, baixinho:
Mãe, eu serei na carne o sonho de teu sonho!...

Depois, em prece ardente, em ti meus olhos ponho,
Pássaro fatigado ante a úsnea do ninho.

 Abraço-te. És comigo a esperança e o caminho...
Em seguida oh! irrisão! , eis que, num caos medonho,

Expulsas-me a veneno, e, bruto, me empeçonho,
Serpe oculta a ferir-te em silêncio escarninho.

 Já me dispunha a dar o golpe extremo, quando
Surge alguém que me obriga a deixar-te dançando

 Em formoso salão onde o prazer fulgura.
Passa o tempo. Hoje volto... É o amor que em mim arde.

José Guedes
Por Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira
Obra: Antologia dos Imortais


ABORTO NA LEI


Atualmente no Brasil o aborto é considerado crime, exceto em duas situações: de estupro e de risco de vida materno. A proposta de um Anteprojeto de Lei, que está tramitando no Congresso Nacional, alterando o Código Penal, inclui uma terceira possibilidade quando da constatação anomalias fetais.
Esta situação já vem sendo considerada pela Justiça brasileira, apesar de não estar ainda legislada. Desde 1993, foram concedidos mais de 350 alvarás  para realização de aborto em crianças mal formadas, especialmente anencéfalos . Os juízes inicialmente solicitavam que o médico fornecesse um atestado com o diagnóstico da mal formação, além de outros três laudos para confirmação, um outro laudo psiquiátrico sobre o risco potencial da continuidade da gestação e um para a cirurgia. Ao longo deste período estas exigências foram sendo abrandadas.Em algumas solicitações os juízes não aceitaram a justificativa, e não concederam o alvará tendo em vista a falta de amparo legal para a medida. Em 2000 um advogado entrou com uma solicitação de medida liminar para impedir uma autorização de aborto de bebe anencéfalo no Rio de Janeiro. A mesma foi concedida.

A nova redação proposta para o Código Penal, altera todos os três itens, é a seguinte:
    Exclusão de Ilicitude
    Art. 128. Não constitui crime o aborto praticado por médico se:
    I - não há outro meio de salvar a vida ou preservar a saúde da gestante; II - a gravidez resulta de violação da liberdade sexual, ou do emprego não consentido de técnica de reprodução assistida;
    III - há fundada probabilidade, atestada por dois outros médicos, de o nascituro apresentar graves e irreversíveis anomalias físicas ou mentais.
    Parágrafo 1o. Nos casos dos incisos II e III e da segunda parte do inciso I, o aborto deve ser precedido de consentimento da gestante, ou quando menor, incapaz ou impossibilitada de consentir, de seu representante legal, do cônjuge ou de seu companheiro;
    Parágrafo 2o. No caso do inciso III, o aborto depende, também, da não oposição justificada do cônjuge ou companheiro.

A nova redação proposta pode dar margem a diferentes interpretações. No inciso I, por exemplo, o que é preservar a saúde da gestante ? No âmbito da Medicina as ações visam, em última análise, a preservação da saúde das pessoas. Qual a justificativa para o aborto, tendo por base um critério tão vago ?
Os itens constantes no inciso II também merecem algumas considerações. Esta violação da liberdade sexual deverá ser denunciada e registrada junto a uma autoridade competente ? O ato médico de abortar o feto será realizado somente com autorização formal por escrito de um juiz ? Como caracterizar o não consentimento de uma técnica de reprodução assistida se a maioria dos profissionais que atuam na área ainda não tem o hábito de obter um consentimento informado de seus pacientes ? 
A probabilidade, e não o diagnóstico conclusivo de lesões no feto, pode levar a algumas situações bastante delicadas. Os médicos que o anteprojeto de lei se refere devem ter familiaridade com a área de diagnóstico pré-natal de anomalias fetais ? O critério de grave e irreversível anomalia física ou mental está restrito a condição da criança imediatamente após o parto ou pode ser ampliada para situações que irão ocorrer a longo prazo ? Um exemplo disto pode ser o diagnóstico preditivo de Doença de Huntington em um feto. Este diagnóstico, que irá manifestar-se somente na quarta década de vida, constitui um motivo para a realização do aborto ?  Estas e outras questões devem servir de base para uma reflexão adequada sobre a adequação da realização de abortos eugênicos.



terça-feira, 23 de agosto de 2011

DROGAS!


A Religião e o uso de drogas por adolescentes

Como explicar o maior consumo de drogas entre adolescentes espíritas do que entre protestantes e pentecostais? Será que proibir dá melhores resultados do que educar? Será que proibir com respaldo na Bíblia é mais eficaz do que conscientizar com base nos ensinamentos evangélicos e doutrinários?
Seguramente educar não produz resultados inferiores aos que se obtêm com a proibição. A proibição é um freio que funciona enquanto a pessoa permanece vinculada fortemente à igreja a que está ligada. Quando dela se afasta, costuma fazer tudo o que estava reprimido. Quem foi educado costuma agir diferente. Mesmo quando se desliga da instituição religiosa onde foi educado, põe em prática o que aprendeu. Isso porque, em princípio, aprende a desenvolver hábitos mais salutares.
Com a convicção de que a educação é o recurso mais eficiente na prevenção do uso de drogas, onde estariam os descertos? Nos lares ou nos Centros Espíritas?
Joanna de Ângelis afirma:

O lar é o grande formador do caráter do educando.
 
Estão os pais espíritas cuidando da educação dos filhos de acordo com o compromisso assumido perante Deus? Estão tocando no assunto das DROGAS com a frequência necessária?
É ideal que os pais aproveitem os resultados dessa pesquisa para reavaliar as suas iniciativas na educação dos filhos, ou seja, se envidam esforços para desenvolver neles a consciência do que é prejudicail e do que é saudável para a vida, tanto material quanto espiritual.
Os centros espíritas também podem e devem contribuir no desnvolvimento dessa consciência. O seu papel é complementar ao dos pais. As ações que os centros espíritas podem desenvolver abrangem a evangelização das crianças e dos jovens e a conscientização dos pais quanto à importância de tratar das questões das dorgas no processo de educação dos filhos.

UMBERTO FERREIRA



Drogas perante a Lei

Drogas são substâncias naturais ou sintéticas que, ao serem introduzidas no organismo, atuam sobre um ou mais de seus sistemas, produzindo alterações em seu funcionamento. A Lei nº 11.343, de 23 de agosto 2006, acrescenta, ainda, que drogas são substâncias ou produtos capazes de causar dependência.
O uso de drogas pela nossa espécie é bem antigo e, inclusive, muitas civilizações recorriam a substâncias psicoativas, encontradas em certas plantas, para serem utilizadas em rituais religiosos. Além disso, algumas drogas, como a maconha, são utilizadas para o tratamento de doenças. No entanto, os mesmos produtos, quando ministrados em contextos e quantidades diferentes, podem provocar efeitos também diferentes. Tal fato, relacionado também ao período de uso, pode provocar diversas consequências que ficam a desejar, e que muitas vezes não envolvem somente o usuário e sua saúde – principalmente se se tratarem de drogas proibidas por lei.







terça-feira, 16 de agosto de 2011

Pedras da Vida




...há situações que constituem a nossa prova aflitiva e áspera, mas redentora e santificante.
Perdoemos as pedras da vida pelo ouro de experiência e de luz que nos oferecem.
E, sobretudo, armemos-nos de coragem para o trabalho, porque é na dor do presente que corrigimos as lutas de ontem, acendendo abençoada luz para o nosso grande porvir.

Bezerra de Menezes

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

História de um rio


Um dia, o rio Meschacebé, ainda perto de sua fonte, cansou-se de ser apenas umriacho límpido. Pediu neve às montanhas, águas às torrentes, chuvas às tempestades, e, assim engrossado, transbordou de seu leito e arrasou suas margens floridas.
No início, o orgulhoso rio ficou encantado com sua potência. Mas vendo que sua passagem tudo tranformava em deserto, que ele se tornara solitário no seu percurso e que suas águas abundantes estavam sempre turvas, lamentou o modesto leito que a natureza lhe dera e sentiu saudade dos pássaros, das flores, das árvores que, outrora, eram os sorridentes companheiros de sua vida sossegada.

René Chateaubriand